Espanha lidera a reprodução assistida na Europa, segundo a ESHRE.

Os especialistas defendem as vantagens de considerar a inseminação artificial como a primeira opção, dependendo das características do paciente

Atualmente, 8,2 por cento dos nascimentos na Espanha são graças à reprodução assistida, um total de 33.472 bebês. Este crescimento deve-se a certas mudanças sociais, mas também a um maior acesso a técnicas de reprodução assistida, como a inseminação artificial ou a fertilização in vitro. 

Deve-se lembrar que agora apenas um perfil específico de mulheres, ou seja, heterossexuais com problemas de parceiros e fertilidade, poderia acessá-las em saúde pública. Mas essa situação já mudou com a ampliação do acesso ao portfólio de serviços públicos de saúde para todas as mulheres que até então tinham dificuldades de se tornar mães.

Desta forma, a igualdade de acesso às técnicas de reprodução assistida para todas as mulheres é garantida. É por isso que, de acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), a Espanha lidera a reprodução assistida na Europa. 

Esta declaração também é apoiada por dados do último registro da Sociedade Espanhola de Fertilidade de 2018, que incluiu um total de 138.553 ciclos de fertilização in vitro e 36.463 de inseminação artificial em 307 centros em toda a Espanha. 74 por cento dos tratamentos em 2018 foram realizados em Madrid, Catalunha, Valência e Andaluzia, de acordo com os últimos dados de registro da Sociedade Espanhola de Fertilidade.

Teste de gravidez

Nesse contexto, durante o I Fórum de Inseminação em Saúde Pública, organizado por Gedeon Richter, foram fornecidos dados sobre o aprimoramento de todas as técnicas, mas, sobretudo, a melhoria da inseminação artificial. Assim, de acordo com dados do Registro da Sociedade Espanhola de Fertilidade de 2018, a taxa de sucesso de inseminações artificiais conjugais é de 13% e a inseminação com sêmen de doador é de 24%. 

Durante este fórum, Ana Polo, diretora do programa de Medicina Reprodutiva do Hospital Puigvert-Sant Pau, em Barcelona, ​​afirmou que “se falamos de resultados no Hospital de Sant Pau, em 2017 a taxa de sucesso de uma inseminação artificial conjugal, Taxa de gestação por ciclo começou, seria em torno de 16 por cento e recém-nascido em torno de 13 por cento. Em termos de inseminação artificial com sêmen de doador, os números melhoram, chegando a uma taxa de gestação por ciclo iniciada em quase 20%, com uma taxa de recém-nascidos por ciclo iniciada de 16,3%.

Grávida

Deve-se lembrar que a técnica de inseminação artificial é simples e menos invasiva que outros métodos de reprodução assistida, razão pela qual os especialistas insistem que ela deve ser considerada como uma das primeiras opções, dependendo do perfil do paciente. Além disso, destacaram que é realizado em nível ambulatorial, podendo inclusive ser feito por telemonitoramento para dar o tratamento necessário ao paciente e realizar controles ultrassonográficos.

Uma vez que a ovulação é acionada, você pode ir para o centro onde inicia a técnica.  Após a realização de um estudo, e de acordo com a idade e as causas pelas quais está custando ao paciente engravidar, propõe-se que a inseminação seja feita como primeira opção. Se esta opção não for a definitiva, você deve ir para a lista de espera para a fertilização in vitro.

Mais informações:

http://elmedicointeractivo.com/espana-lidera-la-reproduccion-asistida-europea-segun-la-eshre/

Requisitos para o tratamento pela saúde pública

https://elpais.com/elpais/2018/09/12/mamas_papas/1536745645_637760.html

Clinicas particulares mais conhecidas na Espanha

https://www.mujerfertil.es/28-cu%C3%A1les-son-las-mejores-cl%C3%ADnicas-de-fecundaci%C3%B3n-in-vitro-en-espa%C3%B1a

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